12 setembro 2017

Resenha: Mulher Maravilha

O filme Mulher Maravilha foi um lançamento muito esperado 2017, além de ter uma grande atriz, Gal Gadot, foi uma produção de alta qualidade e de milhões de dólares, e claro com uma história espetacular, e venhamos e convenhamos, quem não gosta da mulher maravilha né galera? Ele ultrapassou a bilheteria mundial de Deadpool. Enquanto o longa do mercenário encerrou sua passagem pelos cinemas com US$ 783 milhões, o filme da heroína já arrecadou US$ 788 milhões e a Warner quer ver o filme indicado ao Oscar, além disso, ela estava gravida de 2 meses na gravação, mas não sabia.
Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor se acidenta e cai em uma praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Diana desde pequena já se interessava por luta, mesmo que sua mãe não quisesse, foi inevitável, ela começou o seu treinamento e não muito tempo depois ela já era uma das melhores, até que o espião americano Steve Trevor (Chris Pine – o Homão da porra) passando pela proteção da ilha fugindo dos alemães, é aí que ela descobre a guerra que está rolando e fica loca para ir defender o mundo.

Logo foi para o EUA, onde encontrou uma barreira de ir para luta, porem o HOMAO DA PORRA resolveu a situação indo escondido, com mais três amigos, e com a ajuda financeira de um cara importante, que já trabalhava com ele, Sir Patrick. Logo na primeira parada, numa vila que estava no meio do confronto, onde Diana mostrou o seu verdadeiro poder, e livraram a vila dos alemães.

Após isso, invadiram uma festa do lado alemão, e claro que ela não ia fica de fora. Enquanto Steve entrou como um dele, ela entrou como convidada, acabou dançando com General Ludendorff, e quando teve uma oportunidade de sacar a espada que estava escondida, Steve viu e a impediu.


Em seguida, encontram a base dos alemães e ela entra sozinha e já encontrando o General, onde ela luta com ele mas acaba matando ele e percebe que a guerra não acabou com a morte dele. E então é nessa hora que aparece Sir Patrick e ela descobre que ele é O Deus da Guerra e que ela é a verdadeira matadora de deuses, porque apenas um deus mata outro deus, que Zeus deixou a filha como arma conta ela, assim começando uma luta épica. Nesse meio, Steve percebe que o avião com as bombas está carregado e partindo, e se despede dela deixando o relógio que era do avo dele, e assim acaba se sacrificando e destruindo o avião no ar, enquanto Diana luta com o Deus, e assim acabando com ele e consequentemente com a guerra.


Título: Mulher Maravilha
Título original: Wonder Woman
Direção: Patty Jenkins
Data de lançamento no brasil: 1 de junho de 2017
Gênero: Ação / Aventura / Fantasia / Guerra
Duração: 2h 21 min
Warner bros. Picture

Avaliação
★★★★✰

O filme prende o telespectador, os atores trabalharam muito bem, os efeitos foram muito bem feitos, a história é emocionante, mas para mim eles poderia ter trabalhado mais nela, não mostrou muito dela na ilha no treinamento, uma hora ela estava adolescente e do nada já cortou pra ela adulta e já logo foi embora, também poderiam ter brincado mais com o fato dela não está habituada ao mundo fora da ilha, mesmo que ela esteja indo escondida, demorou para chega na parte boa, na guerra, além dos acontecimentos desta terem sido um pouco previsíveis, e o pior, O CHRIS PINE MORRENDO, O CAPITÃO KIRK NÃO PODIA MORRER (um homão da porra), mas o filme é maravilhoso e prende a gente! Recomendadíssimo!




24 agosto 2017

RESENHA: FRIENDS FROM COLLEGE

No dia 14 de Julho, a Netflix lançou a sua nova série "Friends from College". É uma história que retrata a tão estimada amizades de faculdade. Digo isso, porque crescemos com os filmes que mostram o quanto levamos conosco essa parte da nossa vida e como isso reflete em nós ao longo dos anos.

Um grupo de amigos que dividiu o começo de suas vidas em Harvard se vê nos seus 40 anos com situações bem diferentes de sucesso profissional e pessoal, e suas relações interpessoais complicadas sempre levam a momentos nos quais as nostalgia supera o amor pela vida adulta.
Eu estava botando muita fé na série por ter a Cobie Smulders (nossa eterna Robin Scherbatsky) e outras pessoas maravilhosas no elenco. Nada vai se comparar a minha cara de decepção e ao meu desânimo ao terminar os oitos episódios e ver que não era nada daquilo que eu estava esperando.

A série deu um foco excessivo ao casal Lisa e Ethan e a traição do marido com Sam, amiga deles desde a época da faculdade. O roteiro se perdeu tanto no desenrolo dessa parte que acabou nos cansando e o pior, não aproveitou os outros três personagens que tinham boas histórias para passar. Falando em passar, eu senti que a construção dos personagens deixou muito a desejar, não consegui ver, entender ou me sentir por completo dentro da série.

Quando se tem a intenção de se fazer comédia a primeira coisa que você quer é fazer alguém rir, sim ou claro? Pode esquecer isso em "Friends from College". As piadas são apelativas e desnecessárias, por exemplo, há uma cena em que um cara esfrega o pênis no telefone simplesmente porque sim, porque "é engraçado". Além de outras mil piadas extremamente machistas, o que faz ter menos vontade de prestar atenção e ficar mexendo no celular de vez em sempre a ter que ver aquilo. Não há nada de novo e nem de divertido.

A série de comédia (ou não, né) explora o significado sobre antigas amizades e romances e como que fazemos para equilibrar a vida adulta com a nostalgia do passado. Com as relações muitas vezes complicadas entre esses amigos, como eles se comportam perto e longe - principalmente longe - um dos outros faz que a história seja para mim sobre pessoas que não perceberam que a amizade acabou. Uma vez que tudo se resume a competição de quem tem a vida melhor, um emprego melhor, mais dinheiro, e ainda fala mal do outro pelas costas, acho que isso não pode se tratar de amizade verdadeira. No fundo, são só pessoas agarradas as memórias do passado que não conseguiram abrir mão e nem seguir em frente.


Título: Friends from College
Criação: Nicholas Stoller, Francesca Delbanco
Data do Lançamento: 14 de Julho de 2017
Gênero: Comédia, Romance
Duração: ≅ 30 min por episódio
Netflix

NOTA

★★✰✰✰

Por último, o meu único comentário bom, eu acho, é para a Cobie. Não só por eu ser apaixonada pela atriz, mas ela é a única que conseguiu dentre todos fazer com a que a gente entendesse o que a personagem dela estava fazendo ali. Se quiserem pagar para ver, assistam, mas não está na minha lista de indicações. Alguém ai também teve coragem de assistir até o fim?

14 agosto 2017

ESSA EU, REALMENTE, FIZ PARA ESQUECER

Estava na hora da decisão, eu, que nunca fui muito boa nisso, precisava por um fim ou, finalmente, um começo. Na primeira oportunidade que tive arrumei uma desculpa para mandar você para longe, para não te querer... E deu certo! Ri da sua cara como se eu fosse a rainha da certeza, te empurrei como se fosse tirar você da minha vida com as próprias mãos. Esqueci da noite maltratada e na primeira oportunidade que tive lembrei das tarde que perdi em teus abraços, sabendo que você não me daria nenhum porque estava longe. Disse tanto "não" querendo dizer "sim" nesses últimos dias, disse tantas besteiras querendo cantar ao pé do seu ouvido... Ah, menino, não tente entender a cabeça de uma mulher.

Você pelas diversas vezes dizia que estava me dando uma segunda, terceira, milésima, última chance e eu? Ria, como sempre. Daqui a pouco você volta - pensava eu -, e você voltava. Arqueava as sobrancelhas, parava de falar esperando por uma reação positiva minha e elas nunca vinham. Você fechava os olhos, como sinal de que estava cansado, cara de quem estava me dando toda a sua energia que restava e eu tentava te provar que não adiantaria de nada todo o seu esforço. "Volta para outra" era tudo o que eu tinha para te falar... Isso seria um pouco ou muito ciúmes? Na hora, não falei como quem não quer nada além de espaço e tempo para me ver livre do seu papo.

Agora que estou livre - e cheia de espaço -, procuro uma razão para não querer um chato como você na minha vida, bem do meu ladinho. Desde o início, a um ano atrás, enjoei de você e desde esse dia, soube que não conseguiria viver sem sua presença na minha vida. E agora que demos o adeus final, entendi que fiz tudo errado (querendo acertar) e que você está certo em me dar as costas. Vou fazer de tudo para não ser "a chata" da sua vida, por isso, hoje te mando mensagem, mas amanhã (mesmo pensando em você) vou deixar para lá. Vou enxergar, e quem sabe dizer para os outros, que perdi o cara da minha vida, por não entender muito bem esse negócio que é amar e ser amada.


TEXTO: ISADORA LUSTOSA DO BLOG ILUSTOSA

30 julho 2017

RESENHA: LION - UMA JORNADA PARA CASA

Lion é uma história que deixa sobre nós uma reflexão de mundo. O amor, a bondade, a adoção, o altruísmo, dentre várias outras qualidades tão escassas, que o filme faz questão de jogar na cara. É sobre busca; por si, por seu lugar, por paz. É denuncia, é sobre pobreza, crianças perdidas, abandonadas. É sobre segunda chance, então e por quê não, sobre superação.
Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica

Para começo de conversa, para mim, um filme que começa com a frase: "baseado em fatos reais" já ganha por si só muitos pontos (e muitas lágrimas). A primeira parte do filme, quando Saroo ainda é interpretado pelo pequeno Sunny Pawar, e passa por todos os desafios de estar sozinho e perdido, é a que detêm a maior parcela da minha atenção.

Já pararam para pensar nas milhares de crianças no mundo que estão nessa situação? Perdidas ou abandonadas. É horrível só de imaginar. Como dito antes, Saroo teve uma segunda chance, teve sorte, o que muitas crianças acabam não tendo. É a crítica, tem que se pensar mais nos que infelizmente ainda vivem a margem. Elas também merecem sua segunda chance.
O longa mantém uma narrativa lenta, melodramática e apelativa. Ao mesmo tempo que dá toda uma cartela de sentimentos para se sentir, também deixa a impressão de ter sido algo breve e superficial. Não há lacunas esta história, dá para entender muito bem tudo o que aconteceu, mas ainda assim precisa-se de mais. Uma típica história de Oscar, que por sinal, foi indicado seis vezes, mas sem nenhuma vitória.



Título: Lion - Uma jornada para casa
Título Original: Lion
Direção: Garth Davis
Data do lançamento no Brasil: 16 de fevereiro de 2017
Gênero: Drama, Biografia.
Duração: 1h59min
Diamond Films
Disponível no Netflix

NOTA

★★★★✰

Por fim, eu só tenho elogios mesmo para o longa. E se tem um comentário, feito sobre mim, que mostra o tanto que eu me entreguei a ele foi de: "muito bom para fazer esse coração de pedra chorar." E fato, depois de meses sem ter um filme que me arrancasse uma lagrimazinha se quer, esse me arrancou quase um oceano inteiro.

24 julho 2017

RECOMEÇO + PLAYLIST

Teve uma época, lá em 2015, que esse blog realmente funcionou. Três postagens semanais, fotos, contatos com os leitores e muitas histórias compartilhadas. Bons tempos esses, por sinal. O tempo passou e depois de meses sem dar as caras por aqui, resolvi que já estava na hora de voltar, mas não sem antes dar uma repaginada e um rumo para o que eu espero daqui. Como sempre, não é mesmo?
Enfim, lá nos anos dourados do Colisão Química, tivemos um post feito pela, até então, colaboradora Melissa Lima - saudades, Mel!. A publicação, que levava o título de "40 músicas chicletes de 2014" bombou e rendeu muitos comentários nostálgicos. Eu resolvi compartilhá-la novamente porque me traz muitas lembranças boas do tempo em que eu vivia do lado de cá da bloggesfera.
"Música chiclete - uma definição não encontrada no dicionário; canção, geralmente single, que fica de forma constante e, às vezes, até irritante na mente, provocado por diversos fatores, como: amigos cantando o dia todo ao seu lado ou porque toca em todos os lugares repetidamente" (Melissa Lima)
No apanhado de canções, que se tornou uma bela playlist de duas horas e meia, estão as músicas mais viciantes, chicletes e que sendo boa ou ruim, elas definitivamente irão ficar (de novo) na sua cabeça. Ela já está disponível no Spotify e eu juro que até o fechamento desse post eu já escutei umas 200x. 
  

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PLAYLIST


Espero que tenham gostado e que também tenham entrado naquele estado nostálgico que é ouvir música antiga e lembrar de todos os momentos que passaram as tendo como trilha sonora. Quais ficaram na sua cabeça de novo? Quais vocês acham que faltaram? E claro, quais ainda não saiu da sua lista? Porque eu confesso que tem várias que eu escuto até hoje!

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